Ferramentas Pessoais
Você está aqui: Página Inicial Pasta Artigo ESTEJA NA VANGUARDA
Acessar


Esqueceu sua senha?
Novo usuário?
Navegação
Referências:
Link seu site a esta página e receba um link de volta!
Quem acessou esta página viu também:
 

ESTEJA NA VANGUARDA

— registrado em: , ,

A maioria das pessoas acha que se souber fazer bem alguma coisa, o sucesso estará garantido. Quem diz "Meu negócio é finanças" ou "Minha área é recursos humanos" não percebe que precisa conhecer a empresa inteira. Seu novo papel exige atuação ampla, pensar na organização como um todo e não simplesmente em tarefas ou funções estanques.

*Roberto Shinyashiki

 A  maioria  das  pessoas  acha  que  se  souber fazer bem alguma coisa, o sucesso  estará  garantido.  Quem  diz "Meu negócio é finanças" ou "Minha área  é  recursos  humanos"  não  percebe  que precisa conhecer a empresa inteira.  Seu  novo papel exige atuação ampla, pensar na organização como um todo e não simplesmente em tarefas ou funções estanques.
 A  guerra  travada  no  mercado  de  trabalho, atualmente,  é  encontrar profissionais  que  sejam  competentes,  tenham  a visão do todo e, mais, saibam  o  que  fazer  para  todos ganharem. Para mim, essa é a principal vantagem  competitiva que um profissional pode ter, capaz de distingui-lo na multidão de iguais.
 Para ser competitivo, é preciso ser um profissional especial e, mais, ter  uma  marca  registrada de seu trabalho. Você pode estar certo que existem habilidades  que garantem sua presença na partida, mas só as competências transformam-no   numa   pessoa   especial.  O  profissional  tem  de  ser
 polivalente.  Tem  de  ser  ótimo em várias especialidades, assim como Jô Soares,   que  é  entrevistador,  humorista,  showman,  escritor,  enfim,
 multiespecialista.   Por   isso,  é  imprescindível  gostar  de  estudar, analisar,     conversar     sobre    negócios,    finanças,    mercado...
 Independentemente  de  cargo  ou  função,  deve-se  pensar  e  agir  como presidente da organização.
 Seja muito competente. E nunca esqueça essas três palavrinhas mágicas dos profissionais  de  sucesso:  atitude,  conhecimento e ação. O campeão não
 fica  sentado  na  cadeira, esperando que o chefe aponte as soluções para seus  problemas.  Por ser uma pessoa à frente de seu tempo, ele visualiza as tempestades e prepara sua equipe para as horas de turbulência.
 E  fique muito atento porque tudo o que é vantagem competitiva pode estar virando  obrigação.  Um exemplo que gosto de citar é o da picanha, que há dez  anos era vantagem competitiva nas churrascarias e hoje é obrigação e vale   pouco.   Vantagem  competitiva  nas  churrascarias  de  São  Paulo atualmente  é  sushi,  carne  de codorna e javali. A vantagem competitiva
 vira obrigação. Pontualidade  no  trabalho é vantagem competitiva? Não, é obrigação. "Ah, mas  sou  honesto,  dedicado  e  vou  ser  demitido!",  pode argumentar o
 profissional com um pé na rua. Pois isso, tudo é obrigação e responde por muito  pouco  na  composição  salarial.  Em  contrapartida,  se  você não responde  pela obrigação, está fora do jogo. Então, o fato de entender do negócio não é vantagem competitiva, é obrigação.

 Vantagem competitiva é:

 - Percepção, para sacar o que vai acontecer.
 - Idéias, para enfrentar ameaças e aproveitar oportunidades.
 -  Capacidade de fazer, que, em geral, é obrigação, mas anda tão em baixa que voltou a ser vantagem competitiva.

 Você  não  pode  ter a pretensão de que seus empregadores (e o mesmo vale para  seus  clientes) sejam fiéis se não estiverem plenamente satisfeitos
 com  seus resultados. Caso eles percebam que podem ser mais bem atendidos por  outro  profissional,  certamente  irão  procurá-lo. No atual cenário econômico, está cada vez mais difícil ser um campeão, pois seu adversário também  está  mais capacitado. A mentalidade competitiva tornou-se, antes de  mais  nada, um fator de sobrevivência, porque o mercado e as empresas estão sempre procurando o melhor.
 Um  profissional  que não está em sintonia com as tendências de mercado é como  um  organismo que não renova o oxigênio de que tanto necessita para
 respirar:  acaba  morrendo por asfixia! Nesses quase 30 anos em que tenho trabalhado  com  campeões, percebo que não basta ser bom nem é suficiente
 ser ótimo. É preciso estar na vanguarda. É preciso estar um passo adiante da concorrência. E tem de adorar a competição.
 O  salto  qualitativo  que  você quer dar em sua carreira vai depender da capacidade  de desenvolver habilidades que efetivamente o diferenciem das
 outras  pessoas.  Mas  lembre-se

« Julho 2010 »
Julho
DoSeTeQuQuSeSa
123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031


Buscar artigos:

www.scirus.com